Não me surpreendo mais comigo. Surpreende-me o seu jeito cético de ser e de independente de tudo e de todas as coisas que o cercam perder-se no círculo que o envolve , girando, girando e girando sem aquietar-se por instantes para perceber-se neste contexto como um ponto, uma razão, uma parte do todo. Somos o que somos e nenhuma verdade ou amostra simbólica ou poética há de reverter um interior que o arremessa a dias repetidamente iguais sem identificar-se com o perfeito e o imperfeito que nos cerca e nos transforma. Afinal, amigo, quem é você? Questione-se!
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